11.9.09
his hands in mine (...)
...inveja desses dedos, tanto talento. dedos incríveis de serem beijados e mordidos, que deslizam por maçãs e dentre pernas, ou por pedaços de madeira. passam por sedas, preenchem papéis e paredes em branco, deixam impressões pois têm vida própria, pulsam como se bombeados por um coração a parte. sabem por onde andam e os botões a serem apertados ou desabotoados. e mesmo sem a presença desses dedos, ela é capaz de escrever livros e livros sobre eles e as tremedeiras que eles causam, incriveis, incriveis. nada é igual a nada, cada sensação tem seu inicio e final ali mesmo de modo a nunca ser repetida e isso é fantástico... nunca ser repetida.
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